CFOS · CAIF · CIDS

Ativo, operação e documento dentro do mesmo sistema de decisão.

03 MÉTODOS / 09 GATES

As metodologias proprietárias da CVA organizam a jornada do primeiro diagnóstico ao monitoramento, com segregação de funções, fonte única de verdade e gates de validação.

CFOS

CVA Financial Operating System

É o sistema operacional da transação: centraliza dados, responsáveis, versões, pendências, decisões e eventos do início ao monitoramento.

  • Fonte única de verdade
  • Responsáveis e alçadas
  • Controle de versões e evidências
  • Trilha de decisão e monitoramento
CAIF

CVA Asset Intelligence Framework

É a metodologia para descobrir o valor econômico utilizável da empresa e transformar ativos dispersos em alternativas estruturáveis.

  • Ativos reais e direitos creditórios
  • Contratos, fluxos e receitas futuras
  • Elegibilidade, titularidade e liquidez
  • Mapa de monetização e capital
CIDS™

CVA International Documentation Standard

É o padrão documental que traduz empresa, projeto, risco e garantias para uma leitura institucional, inclusive em operações internacionais.

  • Corporate e project due diligence
  • Business Plan e Investment Memorandum
  • Guarantee e Compliance Package
  • VDR, versões e validações independentes

Framework de validação

Nove gates antes de uma conclusão.

O avanço pode ser aprovado, condicionado, devolvido para adequação ou interrompido. Nenhuma camada isolada substitui a leitura integral.

  1. 01

    Elegibilidade e escopo

    Objetivo, jurisdição, instrumento, valor, prazo e aderência inicial ao mandato.

  2. 02

    Identidade corporativa

    KYB, estrutura societária, beneficiário final, poderes, registros e consistência cadastral.

  3. 03

    Integridade e AML/CFT

    PEP, sanções, mídia adversa, origem de recursos, contraparte e risco geográfico.

  4. 04

    Adequação financeira

    Balanço, DRE, fluxo de caixa, dívidas, capacidade de serviço e sensibilidade de premissas.

  5. 05

    Jurídico e regulatório

    Contratos, licenças, contingências, enforceability e responsabilidades profissionais.

  6. 06

    Ativos e garantias

    Origem, titularidade, avaliação, liquidez, custódia, gravames e capacidade de formalização.

  7. 07

    Documentação internacional

    Completude, validade, tradução, apostilamento, nomenclatura, data room e trilha de evidências.

  8. 08

    Estrutura e aderência

    Compatibilidade com o mandato, desenho da operação, condições precedentes e term sheet.

  9. 09

    Validação e monitoramento

    Revisão independente, parecer, ressalvas, validade, autenticação e gatilhos de reanálise.

Decisão e controle

Quatro resultados possíveis.

Uma conclusão responsável pode abrir caminho, impor condições, exigir remediação ou encerrar a análise.

Pronta

Evidências suficientes e aderência ao escopo avaliado.

Pronta com condições

Avanço possível após condições precedentes objetivas.

Adequação necessária

Gaps corrigíveis antes de nova submissão.

Não elegível

Risco, inconsistência ou incompatibilidade material.

Por que operações travam

Os bloqueadores que mais enfraquecem uma aprovação externa.

Não são uma “lista universal de reprovação”. São sinais de baixa prontidão observados à luz de AML/CFT, risco, documentação e prática de mercado.

01

UBO não comprovado

Controle societário opaco, procurações inconsistentes ou divergência entre registros.

02

Integridade não resolvida

Sanções, PEP, mídia adversa ou origem de recursos sem explicação e evidência suficientes.

03

Financeiro inconsistente

Demonstrações desatualizadas, números conflitantes ou caixa insuficiente para o serviço da dívida.

04

Garantia não executável

Titularidade frágil, avaliação inadequada, baixa liquidez, gravames ou custódia não confirmada.

05

Data room incompleto

Ausência de documentos críticos, traduções, apostilas, validade ou histórico de versões.

06

Incompatibilidade de mandato

Setor, jurisdição, ticket, prazo, moeda ou instrumento fora da tese do financiador.

07

Risco jurídico ou fiscal

Contingências materiais, licenças pendentes ou contratos sem força/cessão adequada.

08

Premissas não sustentadas

Projeções, valuation, cronograma ou uso dos recursos sem base verificável.

Time de operações e validação

Responsabilidades separadas. Conclusão integrada.

A arquitetura protege independência e qualidade: quem origina não valida sozinho; atos regulados ficam com profissionais habilitados.

01

Originação & relacionamento

Qualifica a demanda, preserva o contexto comercial e formaliza o escopo — sem decidir a validação.

02

Operações & PMO

Coordena checklist, responsáveis, prazos, data room, pendências e comunicação da operação.

03

Compliance & corporate CDD

Executa KYB/UBO, integridade, AML/CFT, sanções, contraparte e risco jurisdicional.

04

Análise financeira & crédito

Normaliza números, testa capacidade, estrutura cenários e identifica condicionantes.

05

Jurídico, contábil & técnico

Profissionais habilitados assumem atos privativos e validações de sua competência.

06

Ativos & garantias

Especialistas verificam origem, titularidade, avaliação, liquidez, custódia e formalização.

07

Dados, tecnologia & segurança

Suporta automação, versionamento, controle de acesso, evidências e monitoramento.

08

Comitê de validação & QA

Revisa independência, conflitos, suficiência das evidências, ressalvas e decisão final.

Governança da emissão

Todo relatório precisa explicar o que afirma — e o que não afirma.

  • entidade, solicitante, finalidade e data-base
  • escopo, fontes, metodologia e versão
  • classificação, validade, limitações e ressalvas
  • emissor, autenticação e trilha de auditoria
  • gatilhos de revisão, suspensão, cancelamento ou revogação

Próximo passo

Descubra o que impede sua operação de avançar.

Em poucos passos, identifique a frente CVA mais aderente: folha e benefícios, funding, adequação, recebíveis, Plano Programado, ativos ou documentação internacional.

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